Mercado de Ônibus é Destaque do Quarto Episódio do Podcast InovaTranspo

Modelo de negócios, lançamentos e inovações no mercado de ônibus são assuntos em debate no quarto episódio do podcast InovaTranspo, disponível a partir de hoje nos aplicativos Spotify e Anchor e também no Apple Podcasts. O episódio tem a participação do jornalista Ádamo Bazani, especializado em ônibus e responsável pelo portal Diário do Transporte, e conta também com profissionais da Volkswagen Caminhões e Ônibus, que trazem informações sobre o recém-apresentado chassi Volksbus 22.280 ODS e o inovador modelo Volksbus e-Flex.Modelo de negócios, lançamentos e inovações no mercado de ônibus são assuntos em debate no quarto episódio do podcast InovaTranspo, disponível a partir de hoje nos aplicativos Spotify e Anchor e também no Apple Podcasts. O episódio tem a participação do jornalista Ádamo Bazani, especializado em ônibus e responsável pelo portal Diário do Transporte, e conta também com profissionais da Volkswagen Caminhões e Ônibus, que trazem informações sobre o recém-apresentado chassi Volksbus 22.280 ODS e o inovador modelo Volksbus e-Flex.
Os episódios anteriores continuam disponíveis e tratam de assuntos como conectividade e mobilidade elétrica. O InovaTranspo é produzido pela M3 Mídia e a área de Comunicação e Imprensa da VWCO.Sobre a Volkswagen Caminhões e Ônibus

Fabricante dos veículos comerciais Volkswagen e MAN, a VW Caminhões e Ônibus é uma das maiores montadoras de caminhões e ônibus da América Latina. Desde 1981, quando iniciou suas operações, chegar ao topo do mercado, respeitando e satisfazendo as necessidades dos clientes, sempre foi o foco da montadora. E é exatamente isso que oferece a seus clientes: produtos sob medida e um excelente serviço de pós-vendas. A empresa também é referência em inovações tecnológicas. Há mais de 35 anos, a fabricante mantém seu compromisso de desenvolver veículos que superem as exigências dos clientes – onde quer que eles rodem, seja pelas estradas brasileiras, latino-americanas ou africanas.

Acesse aqui o Podcast da InovaTranspo.

Fonte: Portal do Onibus

SEST SENAT vai realizar testes rápidos da covid-19 em 30 mil trabalhadores do transporte

O SEST SENAT (Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte) realizará, de 8 a 12 de junho, uma ação de abrangência nacional para oferecer testes gratuitos da covid-19 aos caminhoneiros autônomos, motoristas profissionais do transporte rodoviário de cargas e motoristas e cobradores do transporte coletivo rodoviário de passageiros. 

Serão disponibilizados 30 mil testes em terminais de cargas e de passageiros, postos de combustíveis, pontos de parada em rodovias e em unidades operacionais do SEST SENAT. Durante as abordagens, os profissionais também receberão orientações de prevenção da doença e de higienização das mãos e dos veículos, além de máscaras de tecido reutilizáveis.

“Nosso objetivo é contribuir com dados importantes e estratégicos para empresas, transportadores autônomos, trabalhadores do setor, governo e sociedade sobre a disseminação do vírus no setor de transporte. Desde o início da crise, o Sistema CNT tem trabalhado para reduzir os impactos na produtividade das empresas e na saúde dos trabalhadores do setor. Além disso, a iniciativa do SEST SENAT é também uma forma de contribuir com as políticas públicas que estão sendo adotadas pelo governo federal e governos estaduais no controle da pandemia no país”, afirma o presidente da CNT e dos Conselhos Nacionais do SEST e do SENAT, Vander Costa.

Os testes rápidos que serão realizados levam em consideração a quantidade de anticorpos (IgM e IgG) produzidos pelo corpo humano contra o vírus SARS-COV-2, que provoca a covid-19. O resultado sai em, aproximadamente, dez minutos após a coleta do teste. No caso de resultado positivo, os trabalhadores serão orientados a buscar atendimento em centros de saúde e sobre o correto isolamento social durante o período de recuperação.

Confira aqui os locais da ação.

fonte: SEST SENAT

MARCOPOLO USARÁ GRAFENO PARA REDUZIR PESO E AUMENTAR RESISTÊNCIA EM ÔNIBUS

 

Crédito da imagem: Julio Soares

Area de Engenharia da empresa está em fase avançada de pesquisas e estudos

A Marcopolo pretende, até o final deste ano, iniciar testes com a aplicação do grafeno em novos componentes de ônibus. O objetivo é reduzir o peso total do veículo e ampliar e garantir a resistência estrutural, como a possibilidade de utilização e introdução em veículos de motorização 100% elétrica ou híbrida que está ocorrendo na indústria automobilística mundial.

De acordo com Luciano Resner, diretor de Engenharia da Marcopolo, o programa está em fase de estudos de engenharia e o plano é concluir o desenvolvimento e iniciar testes até o final deste ano. “Firmamos, no ano passado, uma parceria com a UCS, Universidade de Caxias do Sul, para o desenvolvimento do material e produção local em escala industrial. Iniciamos os estudos de caracterização, uma das principais etapas, pois permitirá determinar qual a quantidade ideal de grafeno na composição do material que relaciona diretamente com a resistência mecânica desejada para cada subsistema do nosso produto. São testes de ensaios químicos, térmicos e mecânicos, além de testes acelerado de durabilidade em dispositivos que garantem a durabilidade e confiabilidade do produto, representando as condições de utilização de nossos clientes”, analisa Resner.

Segundo ele, a companhia vem realizando estudos e pesquisas com o grafeno, também associado ao aço e a diferentes polímeros que poderão resultar em grande ganho de peso. “Nossos trabalhos mostram que a liga com grafeno e aço proporciona redução de peso e melhoria das características mecânicas. Estamos desenvolvendo a sua aplicação na pintura, com a adição do grafeno em tintas para reduzir camadas, diminuindo custos e melhorando as características contra a corrosão”, destaca o executivo.

Entre os desenvolvimentos mais avançados, a Marcopolo está trabalhando também em peças poliméricas, avaliando a substituição de componentes metálicas por polímeros  com a adição do grafeno. como suportes, em materiais de acabamento, como a estrutura do porta-pacotes e descansa-pernas, e em alguns componentes estruturais, como poltronas. “Deveremos iniciar testes no campo de provas ainda no segundo semestre deste ano, para apresentar novidades no mercado em 2021”, conclui Resner.

Leveza e resistência superiores

Um dos grandes desafios da indústria automobilística mundial está na contínua redução de peso e elevação da resistência dos componentes e dos veículos como um todo. O outro é a redução no uso de combustíveis fósseis e nas emissões. Com a crescente adoção da tecnologia de motorização elétrica e elevado peso das baterias, os fabricantes têm como meta desenvolver veículos mais leves e, ao mesmo tempo, robustos.

O grafeno é o material mais leve e forte do mundo, sendo 200 vezes mais resistente do que o aço e superando até o diamante. Também é o material mais fino que existe, com espessura de um átomo, ou 1 milhão de vezes menor que um fio de cabelo. Maleável, resistente ao impacto e à flexão, é excelente condutor térmico e elétrico.

Isolado pela primeira vez em 2004, na Inglaterra, pelos cientistas Andre Geim e Konstantin Novoselov, em pesquisa que ganhou o Prêmio Nobel de Física em 2010, uma folha de grafeno de 1 metro quadrado pesa 0,0077 gramas e é capaz de suportar cargas de até quatro quilos.

Crédito da imagem: Julio Soares

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Governo do Estado publica a classificação de todas as cidades para relaxamento da quarentena

Ônibus municipais e metropolitanos em São Bernardo do Campo. Cidades da Grande São Paulo querem classificação laranja

Faixas podem ser mudadas até quarta-feira de acordo com a análise dos indicadores de Saúde apresentados por cada região. Prefeitos temem impactos em transporte coletivo com descompasso ente cidades

ADAMO BAZANI

A secretaria de Saúde do Estado de São Paulo publicou nesta segunda-feira, 01º de junho de 2020, a relação dos 645 municípios quanto à classificação do governo estadual para o relaxamento da quarentena.

Como havia mostrado o Diário do Transporte, no chamado Plano São Paulo, a gestão João Doria estipulou cinco fases sendo que a fase 1 (vermelha) não prevê nenhuma abertura e a fase 5 (azul) é a mais branda (veja os detalhes abaixo).

Após pressão dos prefeitos de 38 cidades da Grande São Paulo, o governo subdividiu a área, toda classificada na fase vermelha, em cinco sub-regiões. Os prefeitos se queixaram que a capital foi inserida na fase 2 (laranja), que permite funcionamento de comércios, shoppings, concessionárias de veículos e escritórios com restrições e as cidades da Grande São Paulo permaneceram na fase vermelha, sem nenhuma flexibilização. Os prefeitos alegam que cidades da Grande São Paulo são colocadas à capital, e um descompasso de medidas poderia trazer um fluxo intermunicipal grande com impactos no transporte coletivo e trânsito. Os chefes dos executivos municipais alegam também que os indicadores de Saúde de muitas cidades da região metropolitana de São Paulo são mais favoráveis que da capital, como a ocupação das UTIs.

Os municípios estão apresentando planos e os números de atendimento da Saúde Pública e o anúncio com eventual mudança de faixas de restrição deve ser feito pelo Governo do Estado nesta quarta-feira (03).

DEPOIS DE DIFERENCIAR CAPITAL, DORIA CEDE A PREFEITOS DA GRANDE SÃO PAULO:

Como também mostrou o Diário do Transporte, no início da tarde desta sexta-feira, 29, o Governo do Estado de São Paulo anunciou a mudança na divisão das cidades da Grande São Paulo para classificação de fases para que a quarentena seja relaxada nos municípios que circundam a capital paulista.

A região metropolitana foi dividida em cinco sub-regiões.

Norte: Caieiras, Cajamar, Francisco Morato, Franco da Rocha, Mairporã;

Leste: Arujá, Biritiba-Mirim, Ferraz de Vasconcelos, Guararema, Guarulhos, Itaquaquecetuba, Mogi das Cruzes, Salesópolis, Santa Isabel, Suzano

Sudeste: Diadema, Mauá, Ribeirão Pires, Rio Grande da Serra, Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul;

Sudoeste: Cotia, Embu,Embu-Guaçu, Itapecerica da Serra, Juquitiba, São Lourenço da Serra, Taboão da Serra, Vargem Grande Paulista;

Oeste: Barueri, Carapicuíba, Itapevi, Jandira, Osasco, Pirapora do Bom Jesus, Santana de Parnaíba

DECRETO:

Diário do Transporte mostrou também que ainda na sexta-feira, 29, a gestão João Doria publicou o decreto 64.994, em edição extraordinária do Diário Oficial do Estado de São Paulo, com as regras para as mudanças de fases nas cidades.

São cinco fases. No decreto, a equipe de Doria também detalha quais as atividades permitidas em cada uma destas fases:

Fase 1 (Vermelha): Alerta Máximo – Fase de contaminação, com liberação apenas para serviços essenciais)

Na fase vermelha, ficam liberadas apenas as atividades consideradas essenciais

– Saúde: hospitais, clínicas, farmácias, clínicas odontológicas, lavanderias e estabelecimentos de saúde animal.

– Alimentação: supermercados, hipermercados, açougues e padarias, lojas de suplemento, feiras livres. É vedado o consumo no local.

– Bares, lanchonetes e restaurantes: permitido serviços de entrega (delivery) e que permitem a compra sem sair do carro (drive thru). Válido também para estabelecimentos em postos de combustíveis.

– Abastecimento: cadeia de abastecimento e logística, produção agropecuária e agroindústria, transportadoras, armazéns, postos de combustíveis e lojas de materiais de construção.

– Logística: estabelecimentos e empresas de locação de veículos, oficinas de veículos automotores, transporte público coletivo, táxis, aplicativos de transporte, serviços de entrega e estacionamentos.

– Serviços gerais: lavanderias, serviços de limpeza, hotéis, manutenção e zeladoria, serviços bancários (incluindo lotéricas), serviços de call center, assistência técnica de produtos eletroeletrônicos e bancas de jornais.

– Segurança: serviços de segurança pública e privada.

– Comunicação social: meios de comunicação social, inclusive eletrônica, executada por empresas jornalísticas e de radiodifusão sonora e de sons e imagens.

– Construção civil, agronegócios e indústria: sem restrições.

Fase 2 (Laranja): Controle – Fase de atenção, com eventuais liberações.

Na fase laranja, shoppings centers (com proibição de abertura das praças de alimentação), comércio de rua e serviços em geral podem funcionar com capacidade limitada a 20%, horário reduzido para quatro horas seguidas e adoção dos protocolos padrão e setoriais específicos. Fica proibida a abertura de bares e restaurantes para consumo local, salões de beleza e barbearias, academias de esportes em todas as modalidades e outras atividades que gerem aglomeração.

Fase 3 (Amarela): Flexibilização – Fase controlada, com maior liberação de atividades

Na fase amarela, shoppings centers (com proibição de abertura das praças de alimentação), comércio de rua e serviços em geral podem funcionar com capacidade a limitada 40%, horário reduzido para seis horas seguidas e adoção dos protocolos padrão e setoriais específicos. Adiciona-se à lista salões e barbearias, além de bares e restaurantes que estarão liberados apenas para atendimento ao ar livre. Academias e eventos que gerem aglomeração continuam com abertura suspensa.

Fase 4 (Verde): Abertura Parcial – Fase decrescente, com menores restrições

Na fase verde, fica liberado o funcionamento de todos os estabelecimentos comerciais e de serviços, incluindo academias e praças de alimentação dos shoppings, desde que com capacidade limitada a 60% e adoção dos protocolos padrão e setoriais específicos. Ficam proibidos eventos que gerem aglomeração.

Fase 5 (Azul): Normal controlado – Fase de controle da doença, liberação de todas as atividades com protocolos de segurança e higiene.

Retomada da economia dentro do chamado “novo normal”

COMO MUDAR DE FASE:

A publicação também detalha como será a medição dos resultados para que cada uma das regiões do Estado mude de fase, evoluindo ou regredindo.

São dois critérios: capacidade de resposta do sistema de saúde e evolução da epidemia.

Segundo nota do Governo do Estado de São Paulo, o critério “Capacidade de Resposta do Sistema de Saúde” é composto pelos seguintes indicadores:

(1) taxa de ocupação de leitos hospitalares destinados ao tratamento intensivo de pacientes com COVID-19; e

(2) quantidade de leitos hospitalares destinados ao tratamento intensivo de pacientes com COVID-19 por 100 mil habitantes.

Já o critério “Evolução da epidemia” é composto por três resultados:

(1) taxa de contaminação;

(2) taxa de internação;

(3) taxa de óbitos. Os cálculos para cada um dos indicadores são detalhados no decreto.

O número de novas internações (taxa de internação) terá maior peso, uma vez que reflete com maior precisão a incidência da doença na população avaliada.

Desta forma, diferentes regiões poderão, a depender dos critérios objetivos definidos pelos Anexos, atuarem em fases distintas. Uma região poderá ter maior celeridade na abertura, ao passo que outra demorará mais tempo para retomar alguns setores da atividade econômica.

Como se pode depreender, a evolução da retomada econômica no estado dependerá na prática do equilíbrio entre a forma como o sistema de saúde responderá à epidemia, e à velocidade como o vírus se propagará.

A análise vai ser feita de acordo com cada região. Após a movimentação de prefeitos da Grande São Paulo, o governo do Estado dividiu a região metropolitana em cinco sub-regiões. A capital paulista será analisada como uma região separada das outras cidades, segundo nota da gestão Doria, pelo fato de ser muito grande e comportar “capacidade estrutural e independente de saúde.”

As análises serão feitas pelo Centro de Contingência e ainda levarão em conta informações do SIMI-SP (Sistema de Informações e Monitoramento Inteligente) e orientações do Ministério da Saúde, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária e das diretrizes emanadas da Secretaria de Estado da Saúde.

Como se pode ler no Decreto, dois temas serão utilizados concomitantemente na definição da retomada das atividades econômicas: a questão regional, e a fase que cada região poderá adotar para tal abertura e flexibilização.
Para definir essas variáveis, dois anexos acompanham o Decreto.
O primeiro deles é uma Nota Técnica do Centro de Contingência de SP e define que para a modulação da proposta de regionalização serão usados basicamente dos critérios: a capacidade hospitalar e a propagação da doença, visto com uma visão regionalizada e considerando as áreas de abrangência dos Departamentos Regionais de Saúde (DRS) e das Redes Regionais de Atenção à Saúde (RRAS)
Para a definição das fases foi publicado o Anexo 2. Para calcular a fase de risco de cada área, também serão utilizados dois critérios: a capacidade de resposta do sistema de saúde e a Evolução da Epidemia.
Em ambos os casos, foram definidos uma série de indicadores para se calcular a intensidade de cada critério, de onde decorrerá a definição da fase.

Veja o decreto na íntegra:

Fonte: Diário do Transporte


ANEEL regulamenta a recarga de veículos elétricos no Brasil

No último dia 19, a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) regulamentou a recarga de veículos elétricos no Brasil ao aprovar normas que padronizam o processo em todo o território nacional. Com essa medida, a ANEEL espera evitar práticas indevidas por parte de qualquer empresa ou comércio interessado em prestar esse tipo de serviço.

Essa mudança deve incentivar o ramo no país e, principalmente, motivar o investimento do setor privado na infraestrutura necessária para instalar postos de recargas em várias partes do país. A expectativa da agência é que esses veículos façam parte significativa do mercado brasileiro ao longo dos próximos 10 anos, o que tende a reduzir as emissões nocivas ao meio ambiente e a incrementar a eficiência energética no transporte.

Segundo a Associação Brasileira de Veículos Elétricos, de janeiro a maio de 2018, as vendas de carros elétricos e híbridos cresceram 65% em comparação ao mesmo período no ano anterior, em um número de 1.562 veículos emplacados.

Entre as principais vantagens no crescimento do mercado de automóveis elétricos no Brasil está a preservação do meio ambiente. Com zero emissão no ar, o motor movido por energia elétrica pode ser uma forte solução contra a poluição urbana. Além disso, os veículos elétricos possuem um custo baixo de manutenção, boa durabilidade, desempenho semelhante aos carros convencionais, porém mais econômico.

Até o momento, foram lançados apenas seis modelos de automóveis movido por energia elétrica no Brasil. Confira!

Toyota Prius

A nova geração do Toyota Prius chegou em junho de 2016 e é o carro sustentável mais barato. É vendido em versão única por R$ 123.950. Sedã, com motor 1.8, de 98 cv, ele pode ser abastecido tanto com bateria elétrica quanto com gasolina. O modelo também ganha em economia: faz 18,9 km/l na cidade e 17 km/l na estrada.

Lexus CT 200h

Também é uma aposta de modelo híbrido, a Toyota coloca seu hatchback de motor 1.8 e 99 cv pelo valor mínimo de R$130 mil até R$150 mil.

Ford Fusion Hybrid

O sedã é um redesenho do clássico Fusion, porém híbrido e com motor 2.0 de 140 cv. O preço mais alto, R$159 mil, justifica-se pelos adicionais presentes no Ford Fusion Titanium pelo pacote de equipamentos do sedã, que traz todos os mimos vistos no Fusion Titanium , incluindo controle de cruzeiro adaptativo e a central multimídia Sync 3.

BMW i3

O único automóvel elétrico do país movido exclusivamente por um motor a gasolina. Tem motor de 170 cv e 25,5 kgfm, é vendido no Brasil por R$ 169.990. Ele vem com um pequeno motor e dois cilindros de moto, usado como gerador para recarregar as baterias. Sua autonomia chega a 300 km, com um rendimento médio de 60,5 km/l.

Mitsubishi Outlander PHEV

O maior SUV da Mitsubishi no Brasil chega com um motor 2.0 de 121 cv e 19,4 kgfm de torque e passa a trabalhar em conjunto com dois motores elétricos de 82 cv. Ele recarrega suas baterias com o motor à gasolina ou com o auxílio de uma tomada. No modo elétrico, ele alcança um rendimento de 55,2 km/l. O preço inicia em R$ 204.990.

BMW i8

Diferente do i3 por ser um superesportivo, este modelo da montadora alemã chega com um 1.5 turbo de três cilindros de 231 cv e 32,6 kgfm, e o elétrico de 131 cv e 25,5 kgfm. A autonomia, no entanto, deixa a desejar, com apenas 32 km. O preço também assusta um pouco: R$ 799.950.

Fonte: https://www.bidu.com.br/seguro-auto/carros-eletricos-sao-mais-economicos/

ANTT e as regras do Seguro de Responsabilidade Civil (RCTR-C)

A ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) disponibilizou um comunicado esclarecendo as normas do Seguro de Responsabilidade Civil contra perdas ou danos causados à carga (RCTR-C), direcionado aos transportadores rodoviários de cargas.

Entre as regras, eles alegam que o RCTR-C é obrigatório ao Transportador Rodoviário Remunerado de Cargas, indiferente da categoria em que atua, e não deve ser confundido com o Seguro Nacional de Trânsito ou o DPVAT. Esse serviço pode ser adquirido tanto pelo próprio TRRC ou pelo contratante do transporte em nome do transportador.

Além disso, ainda é necessário que o documento que acoberta a operação de transporte traga todas as informações da seguradora, da apólice de seguro e o número de averbação de acordo com o padrão, gerado quando contratado o serviço.

Para conferir as normas completas e detalhadas é só acessar o site da ANTT. Você também pode entrar em contato pelo telefone gratuito 166 e o e-mail ouvidoria@antt.gov.br.

Imagem Ilustrativa

 

Salão Duas Rodas: das básicas as surpreendentes

O Salão Duas Rodas trouxe para São Paulo, nos dias 14 a 19 de novembro, motos esportivas, custom, trail, city em preços que variam entre R$7 mil e R$490 mil, ou seja, tinha para todos os bolsos e gostos.

Com patrocínio da Petrobrás e apoio da Abraciclo, o evento é a maior vitrine para amantes desse estilo de transporte. Ao todo, foram expostos 400 novos modelos, onde a Honda foi a maior expositora.

A linha Biz 2018, por exemplo, está mais tecnológica, moderna e com painel contemporâneo, além disso modelos-conceito e outras motos comercializadas no exterior, da companhia, podem vir para o Brasil, como é o caso da custom CB 500 Rebel e vários scooters elétricos.

Biz_125_2018_cor_creme
A Honda Biz 2018 chegará às lojas em dezembro e custará R$7.590, e a Biz 125 custará R$9.390. Ambas as versões passam a contar com o sistema de frenagem CBS. A nova Biz estará disponível nas cores vermelha e branca para Biz 110i e tons perolizados – vermelho, branco e preto – incluindo o novo laranja para a Biz 125i. (Imagem divulgação)

Veja abaixo as novidades do mercado sobre duas rodas

Royal Enfield: custom inglesas

A Royal Enfield levou as clássicas custom (e lendárias motos da marca inglesas), Bullet 500, Classic 500 e Café Racer Continental GT 500, todas com motorização de 500 cc modernizada, mas com o visual clássico. Os modelos são fabricados na Índia.

Royal Enfield Bullet 500
Imagem divulgação

Harley-Davidson: rainha das customs

A maioria das custom estavam na área da Harley-Davidson. A nova linha H-D 2018 era a sensação, com destaque para a Road Glide Special, que, segundo a fabricante americana, vem modernizada, principalmente, nas suspensões, mais amigáveis e com nova ciclística. Foi lançado também o novo Milwaukee-Eight 117 (de 1923 cc), o motor com maior cilindrada já utilizado em um modelo de produção da Harley, e que equipa as CVOs.

Harley-Davidson Road Glide Special
Imagem divulgação

Ducati: esportividade italiana

A Ducati levou todos os modelos fabricados e apresentou a inédita SuperSport S, a moto para quem deseja pilotar no estilo esportivo do dia a dia. Lançada no Brasil, a SuperSport S tem suspensão Öhlins. O motor é de dois cilindros de 937 cc, com 113 cv de potência e torque de 9,8 kgfm. A Ducati lançou ainda a naked Monster 797, que é semiesportiva, compacta e atualizada. Vem com motor L twin de 797 com 75 cv, refrigerado a ar, e farol redondo. É a mais acessível das Ducati.

SuperSport S Ducati 2018
Imagem divulgação

BMW: moto de R$490 mil

A BMW mostrou uma moto de R$490 mil que chamou a atenção. Era a exclusiva superesportiva BMW HP4 Race com chassi de fibra de carbono e 215 cv no motor de quatro cilindros de 999 cc. Uma moto para acelerar nas pistas de corrida. Serão apenas 750 unidades produzidas em processo artesanal. A montadora mostrou também a nova supertouring BMW K 1600 Bagger com motor de seis cilindros de 1649 cc e 160 cv e toda linha 310R e GS 800 e 1200.

BMW HP4 Race
Imagem divulgação

Triumph: trail sofisticada

Na parte destinada à Triumph, estavam as novas Tiger 800 e a Bonneville T100 Black de 900 cc, o mais recente lançamento. As duas serão lançadas no Brasil somente em junho de 2018. Foram expostas 24 motos trail e street da marca.

Triumph Tiger 800
Imagem divulgação

Kawasaki: Ninja 400 2018

A Kawasaki mostrou o último lançamento realizado no Salão de Tóquio, a avançada esportiva Ninja 400, que vem no fim de 2018, e a linda retro naked Z 900 RS 2018, que estará nas lojas logo no início do ano. A Ninja ZX 10RR estava absoluta, pois é a atual líder do campeonato de SBK Mundial.

Ninja 400 Kawasaki
Imagem divulgação

Yamaha: nova Fazer 250

A Yamaha lançou a nova e repaginada Fazer 250 ABS 2018, com preço de R$15, com a novidade do seguro completo com o preço fixo de no máximo R$ 1.450. Outra novidade é a XTZ 150 Crosser Z que agora passa a se chamar Crosser S, e está mais aventureira e melhor adaptada para pegar estradas ruins e com lama. A nova YZ450F 2018 vem com maior eficiência com o novo chassi em alumínio. Além disso, permite mudar o gerenciamento do motor e da suspensão por telefone.

Yamaha Fazer 250 ABS 2018
Imagem divulgação

Indian: custom empolgante

A Indian Motorcycles apresentou a linha 2018 com três modelos inéditos no mercado brasileiro, os quais trazem um visual mais agressivo. A Scout Bobber 1133 cc (com refrigeração líquida), a Chief Dark Horse e a Chieftain Dark Horse, ambas de 1811 cc (refrigeração a ar). A Scout Bobber tem preços a partir de R$50 mil.

Indian Motorcycles Scout Bobber
Imagem divulgação

KTM: esportividade no guidão

A KTM 200 Duke e KTM Duke 390 ABS 2018, as mais potentes do segmento. A KTM mostrou ainda as naked KTM 1290 Super Duke nas versões 1290 Super Duke R e 1290 Super Duke GT com motor LC8 V2 de 1.301 cc com incríveis 177 cv de potência. Na linha off-road, as estrelas dos pódios, teve as versões 2018 das motos de enduro. A versão 2T KTM 300 EXC, até as de 4T KTM 350 EXC-F e KTM 250 EXC-F também foram expostas.

KTM 200 Duke
Imagem divulgação

 

Fonte: http://www.otempo.com.br.

Circulará em São Paulo o primeiro ônibus elétrico totalmente fabricado no Brasil

Com autonomia de até 300km, baixo nível de ruído e emissões zero, a previsão é que o veículo comece a rodar no dia 31 de julho

A Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes – SMT apresentou por meio da SPTrans o primeiro ônibus elétrico alimentado por baterias e inteiramente fabricado no Brasil. O veículo, tipo Padron de 4 portas, possui capacidade para 84 passageiros e até 300 km de autonomia.

Feito com baterias de fosfato de ferro, que levam de 4 a 5 horas para serem totalmente recarregadas, o veículo também possui motores elétricos embutidos nas rodas e sistemas auxiliares hidráulicos e pneumáticos, que funcionam através de uma rede de controle.

Basicamente, isso faz com que o sistema consuma energia das baterias tracionarias enquanto acelera e em momentos de frenagem o sistema de tração transforma a energia cinética do ônibus em elétrica, armazenando nas mesmas baterias.

Além de operar com baixo nível de ruído e emissões zero, o veículo atende todas as exigências de acessibilidade como piso baixo, rampas de acesso, espaço para cadeiras de rodas e também é equipado com ar-condicionado, tomadas USB, wi-fi e outros itens.

Seu chassi é da BYD, empresa chinesa que tem outros dois veículos elétricos rodando na capital paulista, mas que foram importados. A BYD, que possui fábrica em Campinas, no interior de São Paulo, tem uma capacidade de produção anual de 400 ônibus.

O secretario de Mobilidade e Transportes de São Paulo Sérgio Avellada afirmou no lançamento do veículo que a prefeitura tem como meta a adoção de modelos com combustível limpo. Avellada também citou o edital para a nova licitação do sistema de transporte coletivo da cidade, que está em fase de finalização e, segundo ele, incluirá metas para adoção de energias renováveis na frota.

Além da cidade de São Paulo, ônibus elétricos com chassis da BYD já circulavam também em Campinas. A cidade de Belém, no Pará, também começará a testar veículos em breve.

Fontes:
www.capital.sp.gov.br
agenciabrasil.ebc.com.br

Licitação dos ônibus rodoviários do Estado de São Paulo sai só nos próximos meses, diz Artesp

De acordo com a agência que regula os transportes, Procuradoria Geral do Estado analisa alterações propostas a partir de decisão do TCE. Certame mexe com a vida de 152,8 milhões passageiros por ano

ADAMO BAZANI

A reorganização dos transportes intermunicipais operados pelos ônibus rodoviários e suburbanos gerenciados pela Artesp, agência que regula o setor no Estado de São Paulo, ainda deve demorar para ser concretizada.

Nesta quarta-feira, 17 de maio de 2017, em resposta aos questionamentos do Diário do Transporte, a agência informou que o edital de licitação com as modificações sugeridas a partir do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo deve ser lançado ainda nos próximos meses.

O primeiro edital foi lançado no dia 24 de junho de 2016. As propostas deveriam ser apresentadas no dia 25 de agosto. No entanto, as empresas de ônibus fizeram uma série de contestações, principalmente em relação à divisão do sistema em lotes e aos valores de outorgas que devem ser exigidas das companhias participantes.

Diante das contestações, o Tribunal de Contas do Estado de São Paulo suspendeu o processo licitatório e determinou alterações do edital de concorrência. Em nota enviada ao Diário do Transporte neste dia 17, a Artesp informou que foi feita a revisão de todo o conjunto de linhas fixadas para cinco áreas do estado de São Paulo. A agência informa ainda que falta o parecer da Procuradoria Geral do Estado para que a licitação seja lançada novamente.

Em novembro do ano passado, o Tribunal de Contas do Estado (TCE) julgou parcialmente procedentes representações a respeito da licitação, determinando à ARTESP que realizasse correções e retificações no Edital da Concorrência Internacional e recomendando a revisão de todo o conjunto de linhas fixadas para as cinco áreas de operações licitadas. Assim, foram realizados novos estudos pelos técnicos da Artesp com foco na viabilidade do sistema ao adotar as alterações solicitadas. As modificações propostas pelo corpo técnico da Agência já foram submetidas e aprovadas pelo Conselho Diretor do Programa de Desestatização (CDPED), em ata publicada em março deste ano. O processo, agora, será analisado pela Procuradoria Geral do Estado. A previsão é de que o novo edital seja publicado nos próximos meses.

A licitação dos transportes interestaduais mexe com universo de poderosas empresas de ônibus e números expressivos: Hoje são 106 companhias de ônibus que operam com permissões precárias desde 1989 em 645 cidades do Estado de São Paulo. Atualmente, o sistema atende 152,8 milhões passageiros por ano em percursos que, somados, atingem mais de 425 milhões de quilômetros.

Diário do Transporte apurou que algumas empresas não querem dividir linhas com outras companhias ou seccionarem serviços.
De acordo com a primeira divisão proposta pela Artesp, algumas dessas linhas seriam “quebradas” pela divisão proposta pela agência estadual, já que hoje estes itinerários atendem territórios que englobam dois ou mais desses lotes operacionais.

Em linhas gerais, a configuração empresarial do sistema de ônibus rodoviários já cria uma espécie de divisão informal no Estado, embora que em cidades de maior porte, é inevitável o compartilhamento entre empresas de grandes grupos diferentes.

AÇÃO DA COMETA:

A licitação da Artesp também provocou uma corrida de empresas de ônibus na Justiça para modificar o edital.

Em uma das ações, a juíza Flora Maria Nesi Tossi Silva, da 13ª Câmara de Direito Público, do Tribunal de Justiça de São Paulo, atendeu em agosto do ano passado parcialmente agravo de instrumento da Viação Cometa contra a Artesp por causa da licitação.

A empresa de ônibus, uma das maiores do estado de São Paulo e do país, contestava a possibilidade de repasse de ônibus de garagens e também alegava eventuais prejuízos por causa da exclusão de linhas que convergiam para Itapetininga, do lote 5.

… a superveniência da Lei Complementar nº 1.289, de 29 de junho de 2016 (DOE de 30/06/2016) que retirou do Lote 5 as linhas que convergem à cidade de Itapetininga (incluídas na Região Metropolitana de Sorocaba) e provocou uma perda de receita equivalente a 2,5% da receita total prevista para o Lote, além de violar o próprio Edital do certame.

A magistrada não atendeu a contestação sobre a possibilidade de repasses de garagens e ônibus ao término dos contratos para outros operadores, mas entendeu que a Artesp não poderia contradizer a configuração estipulada pelo do próprio Governo do Estado quanto à divisão da região metropolitana de Sorocaba.

EXEMPLO DA ANTT:

Com os ônibus rodoviários interestaduais a situação foi parecida.

Em 2008, a ANTT- Agência Nacional dos Transportes Terrestres tentou fazer uma licitação para reorganizar o sistema em todo o país. As tentativas foram marcadas por diversas ações judiciais.

As empresas também contestavam o cálculo de demanda e a divisão do sistema por lotes e grupos.

Após muita queda de braço, a posição dos empresários prevaleceu e as concessões se deram por linhas de forma individualizada, como ocorre com o setor aéreo.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transporte

Fonte: Diário do Transporte – blogpontodeonibus

Renovar a frota para viabilizar o transporte coletivo

frotaonibusurbano

Oferecer aos munícipes um transporte público eficiente, seguro e pontual, é o item mais presente nos planos de governo de todos os candidatos a prefeito. Afinal, o “ir e vir” é um dos direitos fundamentais das pessoas. É um grande desafio para gestores e empresários do setor, até porque as cidades estão ampliando seus parques industriais, gerando vagas de emprego e ampliando a demanda de transporte coletivo.

Paralelo a essa urbanização do país, mas crescendo na mesma proporção, dentre as principais estratégias adotadas para desenvolver o setor industrial no Brasil, uma delas foi o fomento dado à indústria automobilística, não só no tocante à produção de automóveis, mas também na expansão e consolidação dos setores econômicos agregados, como a produção de insumos, combustíveis, desenvolvimento do mercado de crédito e financiamento etc.. Com isso, os municípios investiram em mobilidade urbana, mas o fizeram voltados para o transporte individual, relegando os diferentes modais. Como a maior parte do operariado reside nas periferias, na maior parte em bairros distante dos locais de emprego, consumo e entretenimento, tornou-se imperiosa a adoção de medidas voltadas para o transporte público.

Além de uma política de eficiência operacional, atuando na estrutura viária, com a definição de uma boa engenharia de transportes, definição de rotas, coberturas, extensão e frequência dos serviços, faixas exclusivas/corredores de ônibus, prioridade nos cruzamentos para os transportes coletivos e outras medidas de curto prazo, é preciso investir na frota que serve ao transporte coletivo.

Os usuários querem meios de transporte com maior qualidade e conforto (acesso fácil, ar condicionado, espaço etc.), porém geralmente o transporte público é uma concessão e as empresas prestadoras deste serviço para cumprir as exigências dos processos licitatórios enfrentam variantes como preço dos combustíveis, gastos com pessoal e, sobretudo, a necessidade de aumento e renovação da frota. Diante do exposto, os envolvidos neste engenharia precisam estar constantemente “antenados” com os programas de financiamento de frota disponíveis, dentre os quais o Refrota, do Ministério das Cidades e o Credfrota da Caixa, além daqueles oferecidos pela iniciativa privada.